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Belo Horizonte, tem um empreendedor corajoso e original.
Errol Flynn (nome que já prenuncia um elo especial com a arte), começou, em
1976, uma eclética coleção. Possui hoje mais de 5.000 títulos! Este
fantástico acervo, embrião do ambicioso projeto que ele ora começa a tornar
público, recebeu o nome de "Michelangelo" - hoje, "Galeria Errol Flynn".
Mas este é só o começo da história....
Estão sendo preparados os fundamentos do Museu de Belas Artes
de Belo Horizonte!
Nos Jardins de Petrópolis, já estão sendo
construídas residências e ateliês
de um grupo de expressivos artistas mineiros, que formarão um pólo que
irradiará pelo Brasil, definindo tendências e experiências; algo como o
grupo impressionista fez na França, em meados do século XIX.
Neste local será implantado o MUSEU DE BELAS ARTES!
Eclético, abrigará do acadêmico ao vanguardista. Possuirá sínteses da
História da Arte, que permitirão ao estudante ou leigo, percorrer a História
através da Arte.
Grande sonho, ambicioso projeto; de alma maior que a alma de Belo Horizonte,
a qual tem sido tímida e hesitante nos arrojos idealistas...
Se
os fundamentos que são a principal parte, Errol Flynn já levantou,
sozinho e em silêncio (como bom mineiro), podemos crer que seu projeto será
integralizado e Belo Horizonte alinhar-se-á de forma destacada junto às
outras cidade que invejamos nas sólidas construções culturais.
Trechos extraídos do texto de Guiomar Lobato
Museóloga,
Historiadora, Crítica de Arte e Diretora de Arte e Cultura do PIC.
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