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Kenji Fukuda. Brasileiro nasceu em
1943.
Há poucos anos fez sua entrance no universo tridimensional, durante sua
primeira exposição de esculturas que aconteceu em 96, aqui em São Paulo.
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Com
formas aparentemente informais, Fukuda trabalha profundamente sua
criação, que tem como base os signos orientais. Virtuosismo técnico é
características de suas obras que transmitem, além de beleza, força e
muita leveza.
Kenji Fukuda vive das artes plásticas- começou sua carreira como
pintor figurativo: naturezas mortas, retratos e paisagens. Nos idos de
80, iniciou sua fase abstracionista viajando pelo mundo, expondo nas
mais conhecidas galerias européias e americanas. |
O artista revela que "o abstrato é
muito mais difícil que o figurativo; a harmonia e o equilíbrio simbolizam o
abstrato perfeito, e o abstrato perfeito, e o abstrato é a última fase do
artista plástico. Nele há possibilidades infinitas".
Há 20 anos trabalhando, Fukuda, que nasceu no interior de são Paulo e
começou a gostar de artes observando seu pai, já fez grandes exposições.
Suas esculturas e telas podem ser encontrados no acervo de grandes
instituições brasileiras, em Genebra, Suíça, Miami, Nova Iorque, Paris e
Iwakuni no Japão.
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"A fase
figurativa é sempre o início e é muito importante para adquirir
experiência, encontrar caminhos. Com o tempo fui enxergando outras
possibilidades e criando a concepção de que a pintura deve ser mais
livre" conta Fukuda, que hoje utiliza texturas, cores fortes e
chapadas que se colam em seus quadros. Mas não se trata de um silêncio
que se vale de si mesmo para criar um leque de observação que as
pessoas descobrem a partir do título da obra, cujo resultado final se
traduz como sendo de um lirismo plástico repleto de serenidade. |
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